Busca

Acasos

Todos nós temos os nossos

Devorar-me-á

O ar que rarefeito fica ao te ver andar na pista

Continuar lendo “Devorar-me-á”

Me Arrependo

Desde a hora que surgiu, até depois que partiu, meu mundo sorriu.

Continuar lendo “Me Arrependo”

Um dia Escuro | Capítulo 8 do Livro Acasos de Lucas

– “Perdão!

Disse eu ao levantar do sofá que havia dormido.
As velhas lembranças aparentam não querer me abandonar de forma alguma, é angustiante, me sinto afogado num oceano distante de terra fixa.
Pareço que vivo um ciclo ruim e viciante dos meus velhos dias, dos meus velhos amigos, velha família e o velho amor que tinha e tenho.

Continuar lendo “Um dia Escuro | Capítulo 8 do Livro Acasos de Lucas”

Vá em Paz

A tristeza que dá ao ver que quem a gente ama não vai se levantar
Um novo dia que vai raiar e não te teremos mais lá
É um aperto que nos dá
A dor, o sofrimento de contigo não mais falar, dançar
As lágrimas inundam os olhos em de ti lembrar
A saudade invade quem de longe está, imagine aos que você deixou por perto quando partiu pro lado de lá
Queríamos mesmo que não fosse, mas já que fostes, sabemos que lá vai se cuidar
Se for verdade o que alguns dizem, não nos deixe de olhar em seu novo lar
É com o coração apertado e com um sorriso longe no rosto que me lembro que com pessoas que ama vai se encontrar
Se me ouvir, dar um abraço apertado numa pessoa que amo muito e sei que vão se ver
Diz que estou com saudade também
De vocês eu nunca vou me esquecer.


Olá acasistas, essas linhas são escritas com muito sentimento sobre a perda de minha tia avó. Ela se foi no dia 20/12/2016. Queria deixar isso aqui, não me levem a mal por talvez não ser tão belo, poético ou trazer alegria para vocês, mas precisava escrever.


André Pereira.

Desamor

Quão grande a dor!
Porque me deixou? Se foi, me abandonou.
De ti não guardo rancor, só o desamor que me deu quando quis ser teu.
Antes de ir te implorei, pedi pra ficar… Triste eu fiquei.
Me dói tanto ter tanto amor que não dei.
Te suplico, volte!
Me sinto como órfão.
Deixado aos trapos por um amor que presumo não ser mais meu.


André Pereira | Autor
Acasos |Página no Facebook

A Gente

A gente se esvai, murcha, chora, se contorce, grita, esperneia.
A gente acorda.
Deixa de ser besta, falar bobagem, amar quem da gente nem gosta.
A gente levanta.
Cada dor, desamor, aventuras sem graça nessa vida, que horror.
A gente cresce.
Aprende que nem tudo que a gente quer pode ter, aprende a reconhecer que nos cabe mesmo é correr atrás daquilo que a gente sonha ser.
A gente sobrevive.
Iludido que vive, palhaçada essa de que a vida oprime, somos fortes.
A gente morre.
A vida deixa a gente murcho, sem cor, sem amor, sem espernear, sem dor.
A vida pra gente acabou.

André Pereira | Autor
Acasos | Página no Facebook

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

Acima ↑